Hoje fui a um Instituto de Beleza. Antes chamava-se
cabeleireiro…
Deparei-me com a definição de negócio mal gerido. Trabalham
lá 6 profissionais da beleza!! Nenhuma bonita ou arranjada. O que me faz pensar…
Espera-se que quando se entra num instituto de ioga se relaxe, quando se entra nas
piscinas se molhe. Aqui há sem dúvida um caso de publicidade enganosa!
Das 6 profissionais de beleza: uma cortou-me o cabelo. Uma
sentou-se em frente à caixa. Duas brincaram com os telemóveis (sessão selfie
incluída) e as outras duas, espante-se, lavaram o cabelo uma à outra!
Há também aquele sítio misterioso por detrás de uma porta
para onde senhoras entram e, juro, nunca vi nenhuma a sair. Qualquer homem que
tenha ido a um cabeleireiro sabe do que estou a falar. Nunca ninguém nos
explicou o que se passa nessas salas – nós calculamos que se arranjem as unhas
ou sejam salas de depilação – mas pode ser qualquer coisa!!!
Depois há também aquele ritual da moeda no bolso da senhora
que me cortou o cabelo. Ora eu já paguei o serviço, porquê que tenho de dar um
extra à profissional de beleza?!. Sinto-me um pouco desconfortável em meter a
mão pelo bolso da senhora adentro e sussurrar-lhe ao ouvido “isto é pra si,
obrigado!”. Isto noutro contexto daria que falar, sem dúvida…
E que saudades dos barbeiros… não fossem eles tão brutos e
as ferramentas tivessem menos ferrugem e sangue esbatido e eu usava os seus
préstimos. Também não vou aos barbeiros da moda onde o tipo demasiado cool e
hipster com bigodes que dão voltinhas e que usa colete por cima da camisa e
sapatos sem meia me vai cobrar 100 euros pra me aparar o pêlo….
E, por isso e infelizmente, vou ter de continuar a sofrer
estas indignidades uma vez por mês. A menos que alguém tenha uma solução para
mim! Alguma ideias brilhante!?